O boi gordo segue tendência de alta
Na quarta-feira (28), o preço do boi gordo atingiu R$ 386,30 a arroba, registrando um aumento de 1,28% em relação ao dia anterior. A variação mensal ficou em 6,04%, enquanto o valor em dólar ficou em US$ 72,40. Esses números refletem a demanda crescente no mercado interno e nas exportações para países como Europa e China.
Mercado de frango mantém preços estáveis
Em paralelo, os preços do frango congelado e do frango resfriado permanecem próximos, com o quilo do produto congelado cotado a R$ 8,24 e o do resfriado a R$ 8,26 nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado. A variação diária foi de –0,36% para ambos os produtos, evidenciando a consolidação de preços após uma queda de 2,59% em 23/10/2026.
Carcaça suína e suíno vivo apresentam oscilações
A carcaça suína especial sofreu uma queda de 0,97% no dia 27/10/2026, sendo cotada a R$ 10,23 o quilo, com variação mensal de 20,35%. Enquanto isso, o preço do suíno vivo atingiu R$ 5,92 no Rio Grande do Sul, o menor valor entre os estados analisados. O estado de Minas Gerais apresentou o maior preço de 6,96, refletindo diferenças regionais de oferta e custo de produção.
Entendendo o boi gordo e as diferenças no frango
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (cerca de 240 kg) e idade máxima de 42 meses. Ele atende aos padrões nacionais e internacionais, sendo um dos principais produtos exportados para a Europa, China e mercados de cota Hilton.
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O frango congelado passa por congelamento rápido a temperaturas abaixo de –12 °C, garantindo maior vida útil para transporte e armazenamento. Já o frango resfriado é mantido entre 0 °C e 4 °C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores que buscam qualidade imediata.
Conclusão
O cenário atual mostra um mercado de carne bovina em alta, impulsionado pela demanda interna e pela exportação. Enquanto isso, os preços de frango e carne suína permanecem relativamente estáveis, mas ainda sujeitos a variações sazonais e de oferta. Para os produtores e consumidores, acompanhar as tendências do Cepea/ESALQ continua essencial para tomada de decisões estratégicas e precificação adequada.
