Preços do boi gordo
Na última terça-feira (1º), o mercado de bovinos apresentou leve queda, com a arroba do boi gordo em São Paulo fechando em R$ 344,40, registrando desvalorização de 0,28% em relação ao dia anterior. O valor anual permanece em declínio, com variação de -0,62% no mês e -11,07% em comparação ao ano anterior, refletindo pressões de oferta e demanda no setor.
Frango congelado e resfriado
Os preços de frango continuam estáveis na Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado. O frango congelado cotado em R$ 7,32, enquanto o frango resfriado acompanha ligeiramente abaixo, a R$ 7,29. Ambos mantêm variação diária de 0,00% e crescimento mensal de cerca de 2,5% e 2%, respectivamente, indicando consolidação de preços em meio a demanda crescente por proteína.
Carcaça suína especial e suíno vivo
O peso médio da carcaça suína especial no atacado caiu 0,95% em relação ao dia anterior, atingindo R$ 7,31 por quilo. Em comparação ao mês, o preço registrou queda de 11,07%, sinalizando pressão de oferta e possível ajuste de custos de produção. Já o preço do suíno vivo apresenta variações regionais: o menor valor registrado foi no Paraná, a R$ 4,49, enquanto em São Paulo o preço ficou em R$ 4,83.
Entendendo o mercado
O boi gordo, definido como bovino macho com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade, atende aos padrões nacionais e internacionais, sendo peça-chave para exportações para Europa e China. A estabilidade dos preços do frango reflete a capacidade de abastecimento e a consolidação de cadeias de frio eficientes, enquanto a queda na carcaça suína pode indicar excesso de oferta ou ajustes de custos de produção.
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Conclusão
Em suma, os preços do boi gordo e do frango permanecem relativamente estáveis, mas o mercado suíno mostra sinais de ajuste, com queda significativa na carcaça e variação nos preços do animal vivo. Produtores e consumidores devem acompanhar de perto as tendências de oferta e demanda, especialmente em um cenário de volatilidade global e mudanças nos padrões de consumo. O acompanhamento de indicadores como os do CEPEA/ESALQ continua sendo essencial para decisões estratégicas no setor agropecuário.
