Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Accept
FolhaDFFolhaDF
  • Mundo
    • Cotidiano
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Entretenimento
    • Pessoas
    • Música
    • Cinema
    • Gastronomia
    • Séries
    • Cultura
    • Internet
    • Moda
    • Televisão
  • Artigos
Reading: Urânio: ABPM pede revisão nas regras do monopólio da União
Share
Aa
Aa
FolhaDFFolhaDF
  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente
  • Pessoas
  • Cinema
  • Cultura
  • Internet
  • Moda
  • Música
  • Séries
  • Televisão
  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente
Follow US
Economia

Urânio: ABPM pede revisão nas regras do monopólio da União

Last updated: 2024/07/07 at 9:30 PM
Redação FolhaDF Published julho 7, 2024
Share
Urânio: ABPM pede revisão nas regras do monopólio da União
SHARE

A Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração (ABPM) avalia que deva ter uma revisão nas regras do monopólio da União sobre a atividade de pesquisa e lavra de minérios nucleares, elementos que podem acelerar a transição energética e impulsionar o desenvolvimento de cadeias produtivas nacionais com a aplicação do mineral para diversas indústrias nacionais como a química e, em especial, de fertilizantes. A ABPM debate proposta para acelerar as atividades de pesquisa e lavra de minérios nucleares. “Falamos das formas para flexibilizar pesquisa de urânio no Brasil em parcerias com a INB, ou de forma individualizada beneficiando ou remunerando a INB, explicando que o urânio como uma das fontes mais atraentes para a descarbonização pode trazer grandes benefícios para o Brasil, porque quando se pesquisa o urânio, se encontra certamente outros minerais. É uma forma do Brasil dinamizar a pesquisa e a exploração não só do urânio, mas de novas substâncias minerais correlatas à descarbonização e também à fertilização, uma vez que é notória a presença de urânio junto com fertilizantes, especialmente o fosfato, como é o caso de Santa Quitéria, ou terras raras, como no caso de Poços de Caldas”, destacou o presidente da ABPM, Luís Maurício Azevedo.

Para ele, o Brasil possui importância significativa no cenário global de produção de urânio, com reservas já identificadas, da ordem de 232.813 toneladas, de acordo com dados da INB, mas estas não estão certificadas e, portanto, provadas. Estas reservas poderiam colocar o País entre as dez maiores reservas de urânio no mundo, conforme dados da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que lista a Austrália como detentora dos maiores recursos, com 1.692.700 t, seguido do Cazaquistão, com 906.700 t. Azevedo cita como exemplo a abertura do setor brasileiro de petróleo e de gás natural. “A partir da flexibilização houve o estabelecimento de uma maior competição que foi crucial para aumento na produção brasileira de petróleo, de derivados e de gás natural, elevação das exportações e diminuição da dependência externa de petróleo e principalmente, competitiva”.

O presidente da ABPM comenta ainda a experiência positiva do Decreto nº 11.120/2022, que liberou a exportação e a importação de lítio. A iniciativa, segundo a entidade, exerceu um papel fundamental na atratividade de empresas que estão investindo em pesquisas de lítio em Minas Gerais e em outros estados brasileiros, principalmente os do Nordeste. Ao longo das últimas décadas, o Brasil desenvolveu a sua indústria de lítio. No final dos anos 1990, o Brasil tinha apenas uma mina voltada para a produção de carbonato de lítio, utilizado em graxas e lubrificantes. “Após o referido Decreto, foram identificadas, em apenas três anos, grandes reservas minerais de lítio e o País conseguiu atrair investimentos produtivos e, agora desenvolve tecnologia e faz crescer um mercado interno de carros elétricos.

O urânio extraído no Brasil é utilizado principalmente como combustível para a geração de energia nuclear. A usina Angra 1, localizada em Angra dos Reis (RJ), utiliza o urânio produzido pela INB para gerar eletricidade de maneira limpa e eficiente. Além disso, o urânio é fundamental para o desenvolvimento de tecnologias nucleares em áreas como medicina, indústria e pesquisa científica. Apesar do potencial, a produção de urânio no Brasil enfrenta diversos desafios, como o financiamento e a viabilidade econômica das operações, especialmente em um cenário global de flutuações nos preços do urânio. Além disso, questões ambientais e de segurança são prioritárias, exigindo investimentos contínuos em tecnologias e práticas sustentáveis. Luís Azevedo avalia que a produção de urânio pode desempenhar um papel crucial na matriz energética do país, oferecendo uma fonte confiável e limpa de energia. “Com reservas significativas, infraestrutura adequada e um compromisso com a segurança e a sustentabilidade, o Brasil está posicionado para expandir sua participação no mercado global de urânio”.

- Publicidade -

Pixel Brasil 61

Share this Article
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Previous Article Gerenciamento de prazos
Next Article PISO DA ENFERMAGEM: Mais de R$ 12 mi distribuídos para municípios de Minas Gerais
Leave a comment Leave a comment

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Anúncios

Política

Eleições 2026: Lula lidera Nordeste, Bolsonaro domina Sul, Sudeste em equilíbrio (terça-feira (8))
Eleições 2026: Lula lidera Nordeste, Bolsonaro domina Sul, Sudeste em equilíbrio (terça-feira (8))
Política
Manifestações de direita e esquerda marcam 7 de Setembro em todo o Brasil (segunda-feira (7))
Manifestações de direita e esquerda marcam 7 de Setembro em todo o Brasil (segunda-feira (7))
Política
Projeto aprovado no Congresso flexibiliza regras fiscais para benefícios e repasses a municípios
Projeto aprovado no Congresso flexibiliza regras fiscais para benefícios e repasses a municípios
Política
Senado adia votação da PEC que elimina escala 6×1 para depois das eleições de outubro
Senado adia votação da PEC que elimina escala 6×1 para depois das eleições de outubro
Política
Lula mantém vantagem no Norte, mas perde terreno no Sudeste (quinta-feira (3))
Lula mantém vantagem no Norte, mas perde terreno no Sudeste (quinta-feira (3))
Política

Recentes

BNDES libera R$ 77,5 milhões para projeto de terras raras em Poços de Caldas
BNDES libera R$ 77,5 milhões para projeto de terras raras em Poços de Caldas
Economia
Dólar cai abaixo de R,10, real se fortalece em meio ao clima eleitoral
Dólar cai abaixo de R$5,10, real se fortalece em meio ao clima eleitoral
Economia
Ibovespa fecha pregão em alta, impulsionado por cenário eleitoral e commodities
Ibovespa fecha pregão em alta, impulsionado por cenário eleitoral e commodities
Economia
Boi gordo sobe, frango e suínos seguem tendência de preços
Boi gordo sobe, frango e suínos seguem tendência de preços
Economia
Preços da soja e do trigo no Paraná e Rio Grande do Sul refletem tendências de mercado
Preços da soja e do trigo no Paraná e Rio Grande do Sul refletem tendências de mercado
Economia

© 2016 O Divergente - Notícias entretenimento e atualidades do Brasil e do Mundo- Todos os direitos reservados

Removed from reading list

Undo
Bem vindo de volta!

Entre na sua conta

Lost your password?