Introdução
Nas primeiras fases das Eleições 2026, o Distrito Federal destacou-se ao se tornar a única unidade da região Centro‑Oeste que precisará de um segundo turno para definir seu governador. A atual mandatária, Celina Leão (PP), ficou a menos de 0,07 ponto percentual da vitória no primeiro turno, com 49,93% dos votos válidos, totalizando 825.530 votos. Leandro Grass (PT) liderou a segunda colocação com 34,47% e 569.930 votos. A situação abre um cenário de intensificação de campanhas e mobilização de eleitores, enquanto os demais estados do Centro‑Oeste já concluíram suas votações com resultados decisivos.
Distrito Federal
Celina Leão (PP) conseguiu quase 50% dos votos válidos, ficando em 825.530 votos, enquanto Leandro Grass (PT) recebeu 569.930 votos, correspondendo a 34,47% dos votos válidos. A diferença de 15,46 pontos percentuais demonstra a competitividade do pleito no DF, exigindo que ambos os candidatos intensifiquem suas estratégias de campanha na fase final.
Goiás
Daniel Vilela (MDB) saiu vitorioso em Goiás, com 59,17% dos votos válidos, totalizando 2.148.112 votos. Wilder Morais (PL) ficou em segundo lugar, com 21,96% e 797.090 votos, evidenciando a forte preferência dos goianos pelo candidato da MDB.
Mato Grosso
Otaviano Pivetta (Republicanos) garantiu a presidência do estado de Mato Grosso com 60,77% dos votos válidos, somando 1.128.099 votos. Wellington Fagundes (PL) ficou em segundo, com 23,19% e 430.442 votos, reforçando a vantagem expressiva de Pivetta.
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Mato Grosso do Sul
Eduardo Riedel (PP) foi reeleito em Mato Grosso do Sul com 67,07% dos votos válidos, totalizando 914.323 votos. Fábio Trad (PT) ficou em segundo, com 23,68% e 322.807 votos, indicando a preferência do eleitorado sul-mato‑graciano pela continuidade do mandato de Riedel.
Presidencial
O pleito presidencial também permanecerá em aberto para um segundo turno. Flávio Bolsonaro (PL) liderou a primeira fase com 56.087.985 votos, representando 47,05% dos votos válidos, enquanto o atual presidente Lula obteve 53.813.615 votos, correspondendo a 45,14%. A diferença de 1,91 ponto percentual sugere que a disputa será acirrada, exigindo que ambos os candidatos intensifiquem suas campanhas.
Conclusão
O fato de apenas o Distrito Federal necessitar de um segundo turno ressalta a competitividade do pleito no centro‑oeste, ao passo que os demais estados já definiram seus governadores com margens confortáveis. Para o DF, a etapa final exigirá estratégias de mobilização e debate intenso, enquanto a disputa presidencial, marcada por uma diferença estreita, promete manter o cenário político em alta tensão até a segunda fase. Os eleitores e analistas acompanharão de perto as próximas semanas, quando os resultados finais definirão o rumo da política estadual e nacional em 2026.
