Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Accept
FolhaDFFolhaDF
  • Mundo
    • Cotidiano
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Entretenimento
    • Pessoas
    • Música
    • Cinema
    • Gastronomia
    • Séries
    • Cultura
    • Internet
    • Moda
    • Televisão
  • Artigos
Reading: Consumo de energia elétrica cresce 4,3% em agosto de 2026
Share
Aa
Aa
FolhaDFFolhaDF
  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente
  • Pessoas
  • Cinema
  • Cultura
  • Internet
  • Moda
  • Música
  • Séries
  • Televisão
  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente
Follow US
Economia

Consumo de energia elétrica cresce 4,3% em agosto de 2026

Last updated: 2026/10/03 at 3:32 AM
O Divergente / Brasil Importador Published outubro 3, 2026
Share
Consumo de energia elétrica cresce 4,3% em agosto de 2026
SHARE

Resumo do aumento do consumo

Em agosto de 2026, o consumo nacional de energia elétrica atingiu 47.856 GWh, representando um avanço de 4,3% em relação ao mesmo mês de 2025, segundo a Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica divulgada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Este resultado marca o quinto mês consecutivo de crescimento interanual, com aumento em todas as classes de consumo: residencial (+6,9%), comercial (+9,4%), industrial (+0,2%) e outros (+3,0%). O acumulado dos últimos 12 meses chegou a 574.174 GWh, 1,4% a mais que o período equivalente do ano anterior.

Índice
Resumo do aumento do consumoConsumo residencial em altaExpansão do consumo comercialIndustrial mantém patamar elevadoBandeira tarifáriaRegionalizadoConclusão

Consumo residencial em alta

Na categoria residencial, o volume consumido foi de 14.953 GWh em agosto, impulsionado por um Consumo Residencial Médio (CRM) que bateu recorde histórico da série da EPE, atingindo 181,8 kWh por mês. O aumento foi alimentado por temperaturas mais elevadas, favorecidas pelo fortalecimento do El Niño, e pela maior utilização de equipamentos de climatização, como ar‑condicionados e ventiladores. Além disso, a melhora nos indicadores de emprego e renda, aliada à menor pressão tarifária – a bandeira vermelha patamar 2 do ano passado foi substituída pela bandeira amarela em 2026 – também contribuiu para a elevação do consumo.

Expansão do consumo comercial

O setor comercial registrou 8.717 GWh, a maior taxa de crescimento desde fevereiro de 2024. A expansão reflete o vigor da atividade econômica, evidenciado pelos dados de varejo e serviços divulgados pelo IBGE, e segue o mesmo padrão de aumento de temperatura e tarifário mais leve observado nas demais classes.

Industrial mantém patamar elevado

O consumo industrial atingiu 17.164 GWh em agosto, o segundo maior valor mensal da série histórica, apenas atrás de agosto de 2024. A variação de 0,2% sobre o ano anterior foi impulsionada principalmente pelos setores de produtos alimentícios e extração de minerais metálicos. Em contrapartida, têxtil, borracha, material plástico e minerais não metálicos registraram queda no consumo.

- Publicidade -

Bandeira tarifária

Para o mês de outubro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determinou o retorno da bandeira tarifária verde, que não aplica acréscimo à conta de luz. Essa mudança encerra um período de cinco meses consecutivos sob a bandeira amarela, que impunha um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. A decisão se justifica pelo aumento no volume de chuvas, sobretudo nas regiões Sul e Sudeste, que estabilizou o armazenamento nos reservatórios hidrelétricos e reduziu a dependência de fontes de geração mais caras, como as termelétricas.

O sistema de bandeiras, criado em 2015, reflete, por meio de cores, os custos variáveis de geração de energia no país. A Aneel disponibiliza um ranking nacional de tarifas, que aponta o custo médio do quilowatt‑hora (kWh) cobrado por cada concessionária ou permissionária do país, atualmente em 0,839 R$/kWh, sem incluir tributos, taxas ou adicionais.

Regionalizado

Em comparação regional, todas as áreas do país registraram expansão no consumo total em agosto, com destaque para o Centro‑Oeste (+8,8%), seguido por Sul (+4,9%), Nordeste (+4,8%), Norte (+3,8%) e Sudeste (+3,1%). O comportamento, no entanto, varia conforme a classe de consumo observada em cada região.

No consumo residencial, o Centro‑Oeste (+17,2%) e o Norte (+12,4%) puxaram a alta nacional, seguidos por Sudeste (+5,4%) e Nordeste e Sul (+5,0%, empatados). Entre os estados, treze registraram crescimento de dois dígitos nesta classe, com destaque para Mato Grosso do Sul (+26,0%), Mato Grosso (+25,3%), Acre (+20,5%), Espírito Santo (+18,3%) e Amazonas (+16,7%). Em contrapartida, Rio Grande do Sul (-4,0%), Distrito Federal (-1,5%) e Pernambuco (-0,5%) apresentaram retração no consumo residencial do mês.

No consumo comercial, as maiores altas regionais ficaram com Sul (+14,2%) e Centro‑Oeste (+10,9%), seguidos por Sudeste (+9,2%), Norte (+8,9%) e Nordeste (+4,1%). Entre os estados, os maiores avanços foram Mato Grosso do Sul (+25,1%), Santa Catarina (+20,3%), Paraná (+15,1%), Mato Grosso (+14,8%) e Espírito Santo (+13,1%), enquanto o Rio Grande do Norte (-1,4%) foi o único a apresentar queda na classe.

Já no consumo industrial, apenas a Região Norte (-4,8%) reduziu o uso de eletricidade em agosto, enquanto Sul (+2,2%), Nordeste (+1,4%), Centro‑Oeste (+0,2%) e Sudeste (+0,1%) consumiram mais que no mesmo mês de 2025. No recorte estadual, o Amapá (+58,7%) teve a maior alta do país na classe industrial, e Alagoas (-25,3%) a maior retração, influenciada pela paralisação de uma unidade de cloro‑álcalis no Nordeste desde outubro de 2025.

Conclusão

O crescimento do consumo de energia elétrica em agosto de 2026 reflete não apenas o aumento das temperaturas e a retomada de uma bandeira tarifária mais favorável, mas também a recuperação econômica pós‑pandemia e a expansão de setores estratégicos. Enquanto o setor residencial se beneficia de melhorias no poder aquisitivo e condições climáticas mais quentes, o comércio e a indústria mostram sinais de fortalecimento, apesar de variações regionais. A volta da bandeira verde em outubro pode amenizar o impacto financeiro sobre os consumidores, mas a dependência de fontes de geração mais caras continua sendo um ponto de atenção para a segurança energética e a sustentabilidade do setor elétrico brasileiro.

Share this Article
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Previous Article INSS orienta beneficiários a atualizar Prova de Vida antes do vencimento (domingo 4) INSS orienta beneficiários a atualizar Prova de Vida antes do vencimento (domingo 4)

Anúncios

Política

Lula mantém liderança forte no Nordeste frente a Flávio Bolsonaro
Lula mantém liderança forte no Nordeste frente a Flávio Bolsonaro
Política
Sudeste em disputa técnica entre Lula e Flávio Bolsonaro (domingo, 4)
Sudeste em disputa técnica entre Lula e Flávio Bolsonaro (domingo, 4)
Política
Flávio Bolsonaro lidera pesquisa no Centro‑Oeste e Norte, empata com Lula em nível nacional
Flávio Bolsonaro lidera pesquisa no Centro‑Oeste e Norte, empata com Lula em nível nacional
Política
Seguro rural: nova lei proíbe bloqueio de recursos do subsídio federal
Seguro rural: nova lei proíbe bloqueio de recursos do subsídio federal
Política
Pesquisa Quaest aponta empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno
Pesquisa Quaest aponta empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno
Política

Recentes

INSS orienta beneficiários a atualizar Prova de Vida antes do vencimento (domingo 4)
INSS orienta beneficiários a atualizar Prova de Vida antes do vencimento (domingo 4)
Mundo
Aumento de SRAG em crianças do Rio de Janeiro e Sergipe, aponta Boletim InfoGripe (20 a 26 de setembro)
Aumento de SRAG em crianças do Rio de Janeiro e Sergipe, aponta Boletim InfoGripe (20 a 26 de setembro)
Saúde
Ampliação da BR-020 entre Goiás e Bahia segue etapas de licenciamento ambiental
Ampliação da BR-020 entre Goiás e Bahia segue etapas de licenciamento ambiental
Economia
Lula mantém liderança forte no Nordeste frente a Flávio Bolsonaro
Lula mantém liderança forte no Nordeste frente a Flávio Bolsonaro
Política
Idania Valdés, voz do Buena Vista Social Club, escolhe o Brasil para estrear show solo
Idania Valdés, voz do Buena Vista Social Club, escolhe o Brasil para estrear show solo
Uncategorized

© 2016 O Divergente - Notícias entretenimento e atualidades do Brasil e do Mundo- Todos os direitos reservados

Removed from reading list

Undo
Bem vindo de volta!

Entre na sua conta

Lost your password?