Estudo mostra que o suplemento pode aumentar em até 50% a síntese proteica total do corpo, favorecendo a recuperação e preservação da massa magra.
O Dr. João Ferrari, especialista em Nutrologia e Medicina Esportiva, explica que o ômega-3 vai muito além do papel popular de “turbinar músculos”. Uma recente revisão sistemática publicada na Nutrition Reviews analisou oito ensaios clínicos com os principais ácidos graxos do óleo de peixe o EPA e o DHA e revelou resultados impressionantes.

Os pesquisadores observaram que o uso regular de ômega-3 pode aumentar em cerca de 50% a síntese proteica total do corpo ou seja, ele estimula a produção de proteínas essenciais para órgãos, enzimas, sistema imunológico e tecidos conjuntivos.
Mas atenção: o estudo também mostrou que o ômega-3 não tem efeito direto na hipertrofia muscular. “Ele não vai inflar o músculo de forma imediata, mas cria um ambiente metabólico mais favorável ao reparo e à preservação da massa magra. É uma peça-chave no equilíbrio entre recuperação e performance”, destaca o Dr. João Ferrari.
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Essa propriedade faz do ômega-3 um nutriente essencial não apenas para atletas, mas também para idosos e pessoas em processo de reabilitação física, já que contribui para reduzir inflamações e melhorar o estado anabólico do corpo.
“A diferença entre um protocolo genérico e um protocolo baseado em evidências científicas é o que separa um paciente estagnado de um paciente com resultados reais”, completa o especialista.
Com formação sólida e atuação voltada à longevidade e performance, o Dr. João Ferrari reforça que o segredo está na individualização dos protocolos nutricionais, respeitando a biologia de cada paciente e utilizando recursos da medicina baseada em ciência.
