Quem disse que para ser craque é preciso acertar uma única bola? O convidado desta quarta-feira no The Noite, o lendário e inusitado Carlos Kaiser (@carloskaiseroficial), provou que “fama” e “carreira de futebol” podem vir sem km em campo — e com bastante malandragem, claro!
Infância com final dramático e origem do apelido
Kaiser conta que, ainda bebê, foi roubado da família biológica, ele nunca retornou à família original (história com drama digno de novelão). Tem herança sofrida aí, hein. Apesar da vibe cômica, o passado dele traz um tom dramático real.
O apelido Kaiser… será que ele era tão imperial quanto Beckenbauer? Aliás, sim: ele ganhou o nome em referência ao famoso jogador alemão — ou, segundo o documentário, por lembrar uma garrafa da cerveja “Kaiser”. Haja lenda!
Os truques para não jogar e os clubes que “levou junto”

Sem nunca passar por testes oficiais, ele foi “recrutado” em peladas de rua. A partir daí, virou mestre em evitar entrar em campo: fingia lesões, arranjava brigas, apresentava atestados falsos… um show de criatividade e escapismo.
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E os clubes? Botafogo, Vasco, Flamengo, Fluminense, América-RJ, Bangu — e até times no exterior: México, EUA, França (Ajaccio) e Portugal (Louletano) — tudo isso, muitas vezes, sem jogar oficialmente uma partida sequer. Ele passeou por todos, menos pelo campo!
Inclusive, na Argentina… “foi campeão da Libertadores e do Mundial” sem dar um chute. Quer exagero maior? É folclore puro — e ele se diverte com isso!
Gentili o chama de “o maior malandro da história do futebol brasileiro”. Mas Kaiser corrige: modestamente, é o “maior malandro da história do futebol mundial”. Confiança não falta — e ele reforça por ter atuado (ou fingido que atuou) fora do país.
Bastidores, risadas e… drogas alheias?
No papo com Gentili, ele reviveu histórias de festa com craques como Renato Gaúcho, Bebeto, Ricardo Rocha e até encontros inesquecíveis com Maradona. E tem uma que beira o surreal: sendo abstêmio, teria sido chamado para buscar cocaína num baile na favela, a pedido de Maradona. Só Kaiser mesmo…
Por trás das trapalhadas, há dor. Ele revelou que teve uma esposa e dois filhos que faleceram. Kaiser às vezes parece vago ao falar disso, mas foi o momento mais triste de sua narrativa. A perda foi tão profunda que, dizem, depois ele “voltou a ser o Kaiser”.
Sua história virou livro — Kaiser: The Greatest Footballer Never to Play Football (disponível na Amazon), e um documentário internacional também já o imortalizou — e até pode virar filme! Tudo isso regado a muita risada, incredulidade e alguma melancolia.
Troféu “Personal Trainer das Maravilhas” — e romance inesperado

Hoje ele trocou as jogadas de bola pelas flexões e treinos: atua como personal trainer e treinador de fisiculturismo. E o amor? Está noivo de Rosana Menezes (@rosanamenezes.reserva) — sua empresária, modelo, entrevistadora, apresentadora, jornalista, duas vezes capa da revista Sexy, e duas vezes eleita “Cinquentona Mais Sexy do Brasil”. Quem diria, né?
Ela o acompanhou na entrevista e falou sobre estarem se preparando para uma competição no próximo dia 14. Ela participa do circuito de Wellness Master, categoria voltada ao bem-estar, condicionamento físico e estética — estilo competição de fisiculturismo, mas com personalidade e elegância. Rosana foi coroada campeã nessa modalidade em junho de 2023.
